Não admito jamais
Mas ele tirou minha inocência
Mudou meu ser significativamente
Meus lábios agora úmidos
latejam
A vontade de movimentá-los é grande
Falar
Não mais ignorar
Calço os sapatos uma vez de seda
Vou à rua
Procuro Ele,
anjo demoníaco
Olhos negros
que escondem a promiscuidade
a ardência da tentação e do desejo
Sofro
Mas sofro calada,
sorrindo
Nenhum comentário:
Postar um comentário